Depois disso, foi uma seleção simples e obvia. Fernando Chacon - Teoricamente sim. Porém na pratica não. As agências são consideráveis pontos de contato com o consumidor. Tem diminuído o corrente com a crescente utilização da web? Fernando Chacon - As agências têm uma credibilidade cada vez maior na construção da nossa marca. Não tem diminuído, pelo contrário.
Tem muita gente não bancarizada, as Amal Graafstra: Um Passo E também Darwin de uma escola financeira e há um papel que podemos desenvolver ainda mais que é com ligação a sustentabilidade. Desse jeito, estar próximo é muito respeitável. Temos um conjunto de atividades sérias, entretanto ainda tem um pequeno nível de reconhecimento que estamos dando tema de agora em diante.
Temos hoje mais de 4 mil agências e devemos abrir mais 180. Só este ano, reformamos e transformamos em Itaú, 1 mil agências do Unibanco dentro de um novo paradigma de agência e de atendimento. Em menos de dois anos teremos integrado todas as agências neste novo padrão. Ainda há um vasto potencial de compradores que não tem conta em banco. Quais estratégias vocês estão montando pra conquistar mais fatia desse mercado? Fernando Chacon - Somos um banco orientado pras Classes ABCD.
Estamos desenvolvendo produtos e serviços que permitam que todas as classes tenham relacionamento com o banco. Temos uma verticalização de negócios que faz com que consigamos atuar em todas essas classes com muito tema. O banco é muito segmentado. O Personalité também possui toda uma característica especial. Fernando Chacon - É um dos cases mais bem sucedidos de uma submarca.
Cada ano que passa ele vai se superando em diferenciação. Temos um programa de capacitação e treinamento de gerentes que é muito forte. Se de um lado no varejo fazemos ações massificadas, no Personalité nossa tristeza é possuir uma relação um a um. A crise global ajudou em razão de o Personalité brigava com o Citybank, e, com a perda de força dos bancos internacionais, o Personalité ganhou um volume de investimentos estratosférico, o que não se reverteu depois da crise, manteve. Ele é um pré-privite bank.
Ele tem o melhor perfil de compradores do Brasil num segmento que tem em torno de 1,cinco milhão de pessoas e o Personalité tem 650 1000 destes consumidores dentro de residência. Vamos abrir em torno de quarenta agências do Personalité, o que vai acrescentar a relação com estas pessoas e aumentar ainda mais este número.
Há uma régua de relacionamento com o comprador Personalité diferenciada. Pode nomear algumas ações além da revista que vocês editam pra eles? Fernando Chacon - Há vantagens como receber uma série exclusiva da Orquestra Sinfônica do estado de São Paulo, estacionamento gratuito e parcerias com marcas como Häagen-Dazs, que criou uma junção de sabores desenvolvendo uma coisa exclusiva para os clientes Personalité.
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Não é fazer uma capa de smartphone que não é para todos, porém uma experiência exclusiva. Segundo o Banco Central muita apreensão em procurar diferenciais para o Personalité. Dentro da equipe de marketing há um grupo específico para Personalité. Com tantas operações, como é a gestão o cotidiano dessas marcas? Fernando Chacon - Temos uma equipe de 200 pessoas para tomar conta do marketing. Dentro desta equipe temos o marketing Institucional para cuidar da gestão da marca, dos canais eletrônicos, como internet, compra e gestão de mídia, temos uma área de design que desenvolve desde os cartões até os móveis das agências.
Tem ainda uma diretoria de marketing de negócio que cuida de Itaucard, analisando desde o momento de vida do cliente, até a comunicação. Hipercard também tem uma célula. O Mundo Dos Negócios De Marge física, jurídica, crédito imobiliário, financiamento de automóveis, privite bank, patrocínios, tudo tem uma equipe especializada. Além destas 200 pessoas que exercem marketing, temos mais 100 que realizam pesquisa, que acompanham o banco e os nossos concorrentes, e que exercem CRM. Você citou que tem o estímulo de mostrar melhor a charada sustentável e da cultura do banco. Por que e como isto está sendo feito?